Prepare-se para uma aventura que mistura amizade, magia e criaturas que você provavelmente nunca viu no cinema. “A Ilha Esquecida”, a nova animação da DreamWorks, chegou aos cinemas brasileiros em 24 de setembro de 2026 e está conquistando não só o público, mas também a crítica especializada. Com uma pontuação perfeita de 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, o filme se tornou um dos lançamentos mais aclamados do ano e já é apontado como forte candidato ao Oscar de Melhor Animação em 2027.

Uma amizade posta à prova

A história começa nas Filipinas e acompanha Jo e Raissa, duas melhores amigas que se conhecem ainda crianças e compartilham um fascínio por Nakali, uma ilha mítica onde vivem criaturas do folclore filipino. Jo é criada pela avó Fatima, que lhe conta histórias sobre esse mundo mágico, enquanto Raissa é uma garota mais reservada e igualmente interessada pelo sobrenatural.

Os anos passam e as duas chegam ao fim do ensino médio em momentos completamente diferentes da vida. Jo não sabe bem o que fazer com o futuro e passa de emprego em emprego, apesar de demonstrar talento como artista. Raissa tem planos definidos: pretende estudar na Caltech e sonha em trabalhar na NASA. A possibilidade de seguirem caminhos separados começa a colocar pressão sobre uma amizade que parecia inseparável.

Na última noite juntas antes de Raissa partir para os Estados Unidos, as duas encontram a chave para Nakali e acabam transportadas para a ilha mítica. Ao acordarem depois de uma noite da qual não se lembram, percebem que algo deu muito errado: Raissa perdeu parte do cabelo e ganhou asas, enquanto Jo aparece com uma tatuagem misteriosa. Pior ainda, a chave que poderia levá-las de volta desapareceu.

A mitologia filipina como protagonista

O grande diferencial de “A Ilha Esquecida” é ser o primeiro grande longa-metragem de animação de Hollywood inspirado na cultura e na mitologia filipina. O filme apresenta criaturas como o Manananggal, uma figura temível do folclore local conhecida por dividir seu corpo em dois, e o Aswang, entre outras entidades que povoam o imaginário filipino.

Para a cantora H.E.R., vencedora do Oscar e do Grammy, que dubla a protagonista Jo, a experiência foi profundamente pessoal. Sua mãe costumava lhe contar histórias sobre o Manananggal quando ela era criança. “Quando eu era criança, essa era a história que minha mãe sempre contava. Ela disse: ‘O Manananggal vai te pegar!'”, revelou a artista em entrevista.

Visual ousado e humor afiado

A crítica tem elogiado não apenas a representatividade cultural, mas também a ousadia visual do filme. Dirigido por Joel Crawford e Januel Mercado, a mesma dupla de “Gato de Botas: O Último Desejo”, o longa aposta em uma mistura vibrante de estilos de animação, combinando 2D e 3D com influências que vão de animes a Studio Ghibli.

“A Ilha Esquecida” é acelerado, colorido e cheio de ideias. Em vez de tentar controlar o excesso de informações, a produção transforma o caos em parte de sua identidade. O resultado é uma aventura que pode cansar quem prefere animações mais tranquilas, mas que dificilmente passa despercebida.

O humor também merece destaque. O AdoroCinema descreveu o filme como tendo “piadas ousadas de Shrek” e “humor na maior vibe de Shrek”, além de referências à cultura pop que incluem até “A Odisseia” e “Predador”. Um dos personagens que roubam a cena é Raww, um cão-lobisomem dublado por Dave Franco, descrito como “uma das melhores surpresas do filme”.

Elenco de peso

Além de H.E.R. e Dave Franco, o elenco de dubladores conta com Liza Soberano como Raissa, Jenny Slate, Manny Jacinto, Dolly de Leon e a lendária Lea Salonga, que dá voz à temida Manananggal. A produção executiva é de Mark Swift, e o filme marca a estreia de Januel Mercado na direção de um longa-metragem.

Vale a pena assistir?

Se você procura uma animação que fuja do óbvio, com uma história emocionante sobre amizade e memória, personagens cativantes e um visual deslumbrante, “A Ilha Esquecida” é uma escolha certeira. A combinação de uma cultura rica e pouco explorada no cinema americano com um roteiro que equilibra humor e emoção faz do filme uma experiência única para toda a família.

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Prepare a pipoca, chame a família e embarque nessa aventura mágica pelas Filipinas!

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EDITORA-CHEFE do DaquiDali — Profissional de Digital Publishing e SEO com mais de 17 anos de experiência. Formada em Marketing pela ESPM e pós-graduada em Negócios pela PUC, é CEO da Editora Jabuticabytes. No portal, lidera as editorias de Carreira, Finanças, Negócios e Tecnologia, assinando as diretrizes de qualidade para garantir sempre um conteúdo prático, humanizado e focado nas necessidades reais do leitor.