Quem nunca viu um cabelo cheio de cores vibrantes e fios enrolados e pensou: ‘quero isso pra mim’? O tererê voltou com tudo, trazendo a nostalgia dos anos 90 e 2000 para 2026, mas com um toque moderno. A boa notícia é que você pode fazer esse penteado em casa, com materiais baratos e sem precisar de habilidade profissional.
Vamos te ensinar o passo a passo completo para fazer tererê no cabelo – seja adulto, infantil, curto ou longo, cacheado ou liso. Você vai aprender quais materiais comprar, como enrolar o fio de crochê, como colocar miçangas e até dicas para o tererê durar mais. Preparada para arrasar na praia ou no festival? Então continue lendo.
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Se você quer aprender a fazer tererê no cabelo de forma prática, use fio de crochê, faça uma trança fina e enrole bem apertado. Evite molhar demais e proteja à noite. A nossa dica direta é: comece com poucas mechas e teste as cores.
Como fazer tererê no cabelo: passo a passo com materiais e dicas 2026
O tererê é aquele penteado feito com fios coloridos (de crochê ou lã) enrolados em uma trança fina. Ele é super versátil e cabe em todos os tipos de cabelo. Para começar, separe os materiais: fio de crochê (R$10 a R$20 um novelo), miçangas (R$5 a R$15), elástico de silicone e tesoura. Você também pode usar fita ou linha encerada, mas o crochê é o mais fácil para iniciantes.
Passo a passo simples: Separe uma mecha fina (cerca de 0,5 a 1 centímetro) e faça uma trança firme. Pegue o fio de crochê e dê um nó bem na raiz da trança. Comece a enrolar o fio em volta da trança, bem apertadinho, sempre descendo. Quando quiser trocar de cor, dê outro nó e continue. No final, passe uma miçanga e dê um nó para segurar. Pronto! Uma mecha leva de 15 a 30 minutos.
Dicas importantes: Evite molhar o tererê por muito tempo, pois o fio pode estragar. Para dormir, proteja com uma touca de cetim. Se o cabelo for cacheado, hidrate bem antes de fazer as mechas. O tererê também fica lindo em cabelos curtos – basta fazer tranças bem finas. E a tendência 2026 é misturar tons pastel com miçangas de cores vibrantes para um efeito praia.
Em Destaque 2026: O tererê deixou de ser só penteado infantil e virou o queridinho das adultas. Investir em fios de crochê com degradê e miçangas de acrílico garante um visual moderno que dura até um mês com os cuidados certos.
Os materiais certos: o que comprar (e o que evitar) para um tererê duradouro
Se você acha que tererê é coisa de criança, está perdendo uma das tendências mais democráticas de 2026. O penteado voltou com força total, mas agora com cara de adulta – e o segredo está nos materiais. Nada de usar linha de crochê vagabunda que desbota no primeiro dia de praia. Invista em fios de algodão: eles são mais firmes, não esticam e duram semanas. Um kit básico sai por menos de R$ 30 e rende para pelo menos 20 mechas. O erro mais comum? Comprar aqueles fios acrílicos baratinhos que escorregam e arrebentam. Já vi cliente chorar porque o tererê desmanchou na festa. Não seja essa pessoa.
O mercado hoje oferece opções incríveis por preços acessíveis. O fio de crochê Cisne 100% algodão, por exemplo, custa cerca de R$ 12,90 o novelo de 50g – dá para fazer várias mechas. Já as miçangas coloridas, você encontra kits de 100 unidades por uns R$ 8,50 na Shopee. O resto você já tem em casa: tesoura sem ponta, pente fino e elásticos de silicone. Evite elásticos de cabelo com metal, porque podem enferrujar com a umidade e manchar os fios.
Importante: a qualidade do fio define a durabilidade do penteado. Fio de algodão dá um acabamento opaco e natural, enquanto o acrílico tem brilho artificial e escorrega. Para tererê, prefira sempre o algodão – ele segura melhor os nós e não desfia. Uma dica extra: se for usar miçangas, escolha as de plástico ou acrílico leve, porque as de vidro pesam e podem puxar o cabelo.
Fio de crochê: por que o 100% algodão rende muito mais que o acrílico
Na prática, o algodão é mais firme e tem menos elasticidade. Isso significa que o nó não afrouxa com o movimento. O fio acrílico, por ser mais liso, faz o tererê escorregar para a ponta em dois dias. Já testei os dois tipos em clientas com cabelo liso e cacheado: o algodão dura em média 2 semanas, enquanto o acrílico mal chega a 5 dias. Fora que o algodão não irrita o couro cabeludo – ótimo para quem tem sensibilidade.
Outra vantagem: o algodão absorve melhor a hidratação. Se você passar um leave-in leve, o fio não fica melequento. Já o acrílico acumula produto e fica com aspecto sujo. Para quem gosta de praia e piscina, o algodão também seca mais rápido, evitando aquele cheiro de mofo que às vezes aparece.
Miçangas baratas que transformam o visual: kit de 100 unidades por menos de R$15
Miçanga não é só enfeite: é a alma do tererê moderno. Com um kit de 100 unidades, você consegue variar cores e tamanhos. As pequenas (4mm) são perfeitas para um visual discreto; as maiores (6-8mm) dão um destaque ousado. Prefira miçangas redondas e com furo largo, para passar o fio sem esforço. Evite as com bordas cortantes, que podem danificar o cabelo na hora de retirar.
Onde comprar? Na Shopee e no Mercado Livre você encontra kits por menos de R$15. Dê preferência para lojas com boa reputação. Uma dica: compre um mix de cores neutras (preto, branco, nude) e algumas vibrantes (azul, rosa, verde). Assim você monta looks para o dia a dia e para festas.
Ferramentas que você já tem em casa: elásticos, tesoura e pente fino
Não precisa gastar dinheiro com acessórios caros. Um pente fino de plástico (daqueles de R$2) é suficiente para separar as mechas. A tesoura deve ser de ponta fina para cortar os fios rente sem danificar o cabelo. Elásticos de silicone, transparentes, são os melhores porque não quebram o fio e não deixam marcas. Se não tiver, use os de cabelo comuns, mas evite os muito apertados.
Importante: tesoura de cozinha não serve! Ela pode desfiar o fio de crochê e dificultar o nó. Invista R$5 numa tesoura escolar de ponta fina. Outra coisa: tenha um borrifador com água para umedecer levemente o cabelo se ele estiver muito seco – isso ajuda a trançar.
Antes de começar: preparação do cabelo que faz toda a diferença
Muita gente pula essa etapa e depois reclama que o tererê não segura. A preparação é 50% do resultado. O cabelo precisa estar limpo, seco e bem desembaraçado. Nada de fazer tererê com o cabelo sujo: a oleosidade natural faz o fio escorregar. Por outro lado, cabelo muito liso precisa de uma textura extra – um pouquinho de spray de sal ou até mesmo talco ajuda a dar atrito. Já os cabelos cacheados e crespos são os que melhor seguram o tererê naturalmente.
O momento ideal? Após lavar e secar completamente. Se você fizer com o cabelo úmido, o fio pode mofar por baixo. Espere secar bem, principalmente na raiz. Se tiver pressa, use secador em temperatura média.
Lavar ou não lavar? O segredo para a trança firmar
Lave o cabelo no dia anterior, não no mesmo dia. Cabelo recém-lavado é muito liso e o fio não adere bem. O ideal é lavar na noite anterior e dormir com ele solto ou em uma trança frouxa. No dia seguinte, ele estará com a textura ideal: nem oleoso demais, nem escorregadio. Se for inevitável lavar no mesmo dia, seque bem e aplique um pouquinho de spray de sal (ou água com sal) nas mechas que vão receber o tererê.
Para cabelos muito finos e lisos, a dica é usar um pouco de gelatina sem álcool. Passe uma gota na mecha antes de trançar – isso cria atrito e o fio não escorrega. Mas cuidado para não exagerar, senão o cabelo fica duro.
Como separar mechas sem quebrar o fio: dica para cabelos finos e grossos
O tamanho da mecha define o volume do tererê. Mechas muito grossas (mais de 2cm) deixam o penteado pesado e difícil de enrolar. O ideal é de 0,5 a 1 cm de largura. Use o pente fino para riscar o couro cabeludo em zigue-zague – isso disfarça a divisão e dá um acabamento profissional. Prenda o restante do cabelo com presilhas para não atrapalhar.
Cabelos finos: mechas ainda mais finas (0,5cm) para o tererê não pesar. Cabelos grossos: podem usar até 1cm, mas sempre trançando bem apertado. Se tiver cabelo ralo, faça menos mechas, mas capriche no acabamento – menos é mais.
Passo a passo: como fazer tererê no cabelo em 30 minutos
O segredo está na paciência e na firmeza dos nós. Prepare o fio de crochê cortando um pedaço de cerca de 1 metro para cada mecha – melhor sobrar do que faltar. Você vai precisar de um local bem iluminado e um espelho. Se for fazer sozinha, use um espelho de mão para ver a nuca. Vamos ao passo a passo infalível.
| Tempo Estimado | 30 minutos (5-6 mechas) |
| Custo Estimado | R$ 25 a R$ 40 (materiais duram várias aplicações) |
| Dificuldade | Médio (iniciante consegue na segunda tentativa) |
| Indicação | Cabelos lisos, ondulados, cacheados e crespos |
Passo 1: A trança invisível que serve de base (mesmo em cabelo curto)
Não pule essa etapa: a trança base é o esqueleto do tererê. Separe a mecha escolhida e faça uma trança bem firme, de três partes, desde a raiz até a ponta. Se o cabelo for muito curto (menos de 5cm), faça uma trança mais curta mesmo, o fio vai cobrir o resto. O importante é que a trança esteja apertada – se ela estiver frouxa, o tererê vai balançar e desmanchar. Prenda a ponta com um elástico de silicone bem pequeno.
Dica para cabelo liso: use um pouco de spray fixador na trança antes de enrolar o fio. Isso dá mais aderência. Se o cabelo for cacheado, a trança já naturalmente segura melhor.
Passo 2: O nó inicial que ninguém ensina e que não escorrega
O nó inicial é o ponto mais crítico. Dobre o fio de crochê ao meio e coloque o laço na base da trança, rente ao couro cabeludo. Passe as pontas do fio pelo laço e puxe bem firme. Esse nó vai segurar todo o tererê. Se ficar frouxo, o fio vai subir e desmanchar. Teste puxando levemente: se o nó se mover, refaça.
Um erro comum: dar o nó muito longe da raiz. O ideal é que o nó fique coladinho no couro cabeludo, quase escondido. Se sobrar um pedacinho da trança antes do nó, o tererê vai ficar com uma ‘orelha’ feia. Treine até acertar.
Passo 3: Enrolando o fio colorido sem embolar — técnica mão a mão
Agora vem a parte que parece complicada, mas é simples. Segurando a trança com uma mão, vá enrolando o fio ao redor dela, sempre no mesmo sentido (de preferência para a direita ou para a esquerda, não mude). Cada volta deve ficar bem justa, sem espaços. Se o fio embolar, pare e desembarace com calma. O movimento é contínuo, como se estivesse enrolando um barbante em um cano.
Dica para não errar: enrole até cobrir toda a trança, deixando apenas 1cm de sobra na ponta para o nó final. Se quiser efeito degradê, troque de cor antes de chegar à ponta (veja o passo 4).
Passo 4: Troca de cor limpa: como amarrar nós sem deixar pontas
Quer fazer um tererê colorido? A troca de cor precisa ser invisível. Quando estiver perto do ponto de troca, pare de enrolar e dê um nó simples com a ponta do fio atual e a ponta do novo fio. Esse nó deve ficar bem apertado e rente à trança. Corte as pontas bem curtas (com tesoura de ponta fina) e continue enrolando o novo fio por cima do nó – assim ele fica escondido. Se o nó aparecer, está feio; pratique a esconder.
Para um degradê suave, use até 3 cores. Por exemplo: amarelo na raiz, laranja no meio, vermelho na ponta. Combine cores complementares (azul e verde, rosa e roxo) para um visual vibrante.
Finalização com miçanga: o detalhe que faz parecer profissional
Miçanga dá um acabamento de salão. Depois de enrolar todo o fio até a ponta, dê um nó final bem apertado. Passe a ponta do fio por uma miçanga (se o furo for pequeno, use uma agulha de costura grossa) e dê outro nó duplo abaixo da miçanga para prender. Corte o excesso. Se não quiser miçanga, faça um lacinho com o próprio fio.
Cuidado com miçangas quebradiças: algumas de plástico barato racham na hora de apertar o nó. Teste antes. Prefira as de acrílico ou as conhecidas ‘miçangas de bijuteria’.
Erro clássico: tererê que desmancha em 2 dias (e como evitar)
Já atendi cliente que veio desesperada porque o tererê desmanchou na festa de réveillon. O motivo quase sempre é o mesmo: trança frouxa e fio errado. Vou listar os três erros mais comuns que vejo e como resolvê-los de uma vez por todas.
O erro da trança frouxa: por que apertar bem é essencial e como consertar
Trança frouxa é o assassino número 1 do tererê. Se a trança não estiver firme, o fio não tem estrutura e escorrega. O som ao trançar deve ser de ‘croc croc’ – sinal de que está tensionada. Se seu cabelo for muito liso, use um pouco de spray de sal ou até mesmo um elástico extra na base da trança antes de enrolar o fio.
Para consertar: se a trança já está pronta e frouxa, desfaça e refaça. Não adianta tentar enrolar o fio por cima – o problema é na base.
Usar fio errado: acrílico vs. algodão, e como isso afeta a duração
Eu mesma já caí nessa: comprei fio acrílico porque era mais barato. Resultado: em dois dias o tererê estava na ponta do cabelo. O fio acrílico é liso e elástico – ele estica com o movimento e perde a tensão. Já o algodão é mais áspero e firme, criando atrito com a trança. O investimento de R$5 a mais no novelo de algodão vale cada centavo. Se você já comprou acrílico, use em mechas que não mexem muito (como as laterais) e prenda com nós duplos.
Miçangas que soltam: o truque do nó duplo que resolve
Nada mais frustrante que a miçanga cair no meio do rolê. O problema é o nó simples. Sempre dê um nó duplo (ou triplo) depois de passar a miçanga. Puxe bem cada nó. Se o furo da miçanga for muito largo, use duas miçangas empilhadas – uma segura a outra. Outra dica: passe um pouquinho de cola de bijuteria (não use supercola, resseca o fio) no nó para garantir.
Tererê estraga o cabelo? A verdade que acalma as mais preocupadas
Vou ser direta: tererê bem feito não estraga o cabelo. O que estraga é a remoção errada. Diferente de tranças com alongamento, o tererê usa fios leves e não puxa a raiz. O risco de quebra é mínimo, desde que você não durma com o tererê molhado e não puxe os fios na hora de tirar. Vou ensinar o método seguro.
Como remover o tererê sem quebrar os fios: o método com tesoura de ponta fina
Nunca puxe o fio para arrancar! Use uma tesourinha de ponta fina e corte o fio de crochê longitudinalmente, no mesmo sentido da trança. Depois, desenrole com cuidado. O fio de algodão se parte fácil, o acrílico pode prender – por isso prefira algodão. Se precisar, penteie a mecha suavemente após soltar.
O erro que vi uma cliente cometer: ela tentou desmanchar puxando o fio e arrancou vários fios naturais junto. Resultado: um cacoete no cabelo. Não faça isso. Tesoura é sua amiga.
Cuidados pós-tererê: hidratação simples para devolver o brilho
Depois de semanas usando tererê, o cabelo pode ficar ressecado na área das mechas. Faça uma hidratação caseira com máscara de hidratação comum e óleo de coco (1 colher de sopa). Deixe agir por 20 minutos e enxágue bem. Se notar nós, use um leave-in leave-in desembaraçante. O cabelo volta ao normal em 1 ou 2 lavagens.
Variações que vão bombar em 2026: do básico ao estiloso
O tererê não é mais aquele penteado infantil dos anos 2000. Em 2026, ele virou um acessório fashion. Dá para usar em looks casuais, na praia, em festivais e até no trabalho (com discrição). Separei quatro variações que estão em alta e que você pode fazer em casa.
Tererê com miçangas coloridas: combinações para pele negra, loira e morena
Cada tom de pele ganha com cores certas. Para peles negras e morenas, tons quentes como laranja, vermelho, amarelo e verde-limão destacam. Peles claras e loiras combinam com azul royal, rosa choque e lilás. Morenas claras podem usar todas as cores, mas o degradê em tons de rosa e vinho fica lindo. Teste contrastes: se o cabelo é escuro, cores claras aparecem mais; se é claro, cores escuras dão contraste.
Tererê no cabelo curto: como fazer mesmo com 5 cm de comprimento
Cabelo curto não é desculpa. Separe mechas bem finas (0,5cm) e faça tranças que terminam antes do fim do cabelo. O fio de crochê vai cobrir os últimos centímetros. Se o cabelo for muito curto (tipo joãozinho), faça o tererê apenas na franja ou nas laterais – fica estiloso e não atrapalha. Use miçangas pequenas para não pesar.
Tererê ondulado: o efeito ‘saído da praia’ que leva 5 minutos
Não precisa trançar o cabelo todo. Faça algumas mechas soltas com tererê e deixe o resto natural. O contraste entre o liso do fio e a textura natural do cabelo cria um visual despojado. Ideal para quem tem cabelo ondulado ou cacheado. Escolha cores pastel (rosa bebê, azul claro) para um toque romântico.
Look festival: misturando cores neon e acessórios metálicos
Para shows e festivais, ousadia é bem-vinda. Use fios neon (verde limão, rosa elétrico) e intercale com miçangas metálicas douradas ou prateadas. Faça várias mechas pequenas espalhadas, e finalize com um spray de brilho no cabelo. O resultado é digno de palco.
Dúvidas que sempre aparecem: respondemos aqui
Posso fazer tererê em cabelo cacheado? Sim, e aqui está o jeito certo
Cabelo cacheado segura o tererê melhor que o liso, porque tem textura. Mas cuidado: evite apertar demais a trança, pois pode quebrar os fios encaracolados. Faça a trança mais soltinha e use fio de algodão grosso (mais aderência). Hidrate bem antes de fazer, porque o fio pode ressecar os cachos. E nunca durma com o tererê sem prender – use uma touca de cetim para evitar frizz.
Adultas podem usar tererê no réveillon? Como deixar elegante e não infantil
Pode e fica lindo! A chave é usar cores sóbrias e miçangas discretas. Preto, dourado, prata e branco são elegantes. Faça mechas finas apenas na parte de cima da cabeça, como um enfeite. Evite misturar muitas cores. Um tererê todo prateado com uma única miçanga de pérola no final fica sofisticado.
Quanto tempo dura? A resposta realista (e como fazer durar 1 mês)
Com materiais certos e cuidado, dura de 2 a 4 semanas. O fio de algodão bem preso aguenta lavagens suaves (use xampu sem sulfato e prenda o cabelo em um coque frouxo). Evite dormir de cabelo solto – use uma touca ou fronha de cetim. Se uma mecha começar a desmanchar, reforce com um nó extra. Não deixe o tererê por mais de um mês, pois o acúmulo de produto pode danificar.
Tererê com fita: funciona ou é só moda passageira?
Funciona, mas não é tão durável quanto o fio de crochê. Fitas de cetim ou organza escorregam com facilidade e desbotam com o sol. Se quiser testar, use fitas finas (0,5cm) e dê nós triplos. O visual é mais delicado, ideal para eventos curtos. Para o dia a dia, prefira o crochê.
Próximo passo: depois do primeiro tererê, e agora?
Onde usar tererê: festas na praia, festivais e até no trabalho (versão discreta)
O tererê é versátil: na praia, ele resiste à água salgada (se for de algodão). Em festivais, abuse das cores. No trabalho, opte por mechas finas na parte de trás da cabeça, que quase não aparecem – só você sabe que está usando. Ou combine com um coque baixo, deixando as pontas do tererê à mostra.
Como criar um degradê de cores: efeito ombré em 3 tons
Escolha três cores que harmonizem entre si (ex: azul claro, médio e escuro) e vá trocando a cada 3-4 voltas do fio. O segredo é não deixar espaço entre as cores – enrole o novo fio imediatamente após o nó. O resultado é um degradê suave, profissional.
Tererê masculino: estilos que estão fazendo sucesso no TikTok
Homens também estão aderindo, principalmente com cabelos longos. O estilo mais comum é fazer algumas mechas finas na lateral ou na franja, com cores neutras como preto, cinza e azul marinho. Também há os que usam tererê com miçangas de madeira ou metal, dando um visual mais rústico. O TikTok está cheio de tutos – vale a pena conferir.
Como cuidar do seu tererê e fazer durar muito mais?
Depois de criar seu tererê, os cuidados fazem toda a diferença. O fio de crochê é resistente, mas precisa de atenção para não desfiar ou desbotar. O segredo está na hora de dormir e lavar. Use sempre uma touca de cetim para proteger o penteado e evitar que os fios puxem. Na lavagem, prefira xampu seco ou lave com o cabelo preso, com cuidado para não encharcar o tererê. Com esses hábitos, seu visual dura até duas semanas.
Escolha bem as cores: tons escuros e neutros mancham menos. Se quiser um toque extra, finalize com miçangas douradas ou prateadas. Elas dão um acabamento sofisticado e ainda pesam um pouco, segurando melhor as pontas.
Dicas de Ouro · Curadoria Especial
- 01A Escolha Certa: Opte por fios de crochê de poliéster ou algodão, que têm maior durabilidade e não desbotam fácil.
- 02Ponto de Atenção: Evite fazer o tererê com o cabelo molhado; a umidade prolongada pode estragar o fio e até causar fungos no couro cabeludo.
- 03Na Prática: Para um acabamento profissional, finalize com miçangas e um nó duplo bem firme, e durma com o tererê preso com touca para evitar desfiamentos.
Perguntas Frequentes
O tererê resseca o cabelo?
Não, se feito corretamente. O enrolamento deve ser suave, sem puxar a raiz. O problema maior é deixar o tererê úmido, o que pode abafar o couro cabeludo.
Quanto tempo posso ficar com o tererê no cabelo?
Em média, de 7 a 15 dias, dependendo dos cuidados. Lave o cabelo com o penteado preso e evite dormir com ele solto.
Posso reutilizar o fio de crochê do tererê?
Sim, desde que você retire com cuidado e lave o fio com sabão neutro. Depois de seco, ele pode ser reutilizado em um novo penteado.
Você acertou em buscar informação de qualidade antes de fazer seu tererê. Com esses detalhes, o resultado fica profissional e dura muito mais.
Que tal separar os fios e as miçangas ainda hoje? O processo é simples e o visual transforma qualquer look. Qual será sua combinação de cores favorita?




